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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Preferencial, o que é isso?


Atualmente em todas as empresas de prestação de serviços encontramos o chamado atendimento preferencial. Nos bancos, postos de saúde, clínicas, estacionamentos, passagens de trânsito etc. Inclusive, foi criada uma lei para que esse atendimento e uso dos serviços ofereçam o item preferencial visando a atender pessoas idosas, deficientes físicos, gestantes, etc.


Como era no passado


A existência da lei dando preferência é nova, embora nem sempre respeitada pela grande maioria! Mas antigamente os idosos eram atendidos sem precisar enfrentar filas! As pessoas educadamente cediam a vez aos idosos, gestante e pessoas com deficiência física sem a necessidade da existência da lei. Hoje não se tem educação e nem se respeita essa tal lei!!!


O Preferencial e o Exclusivo


Já presenciei várias vezes bate boca nos caixas de supermercados quando o caixa preferencial atende a uma pessoa jovem e considerada sem problemas físicos. Em um dos casos, o gerente do supermercado foi chamado por que a caixa não queria atender um rapaz, alegando que o mesmo era para atender pessoas idosas. O rapaz questionava onde estavam as pessoas idosas (a fila estava vazia). Ele simplesmente preguntou a gerente se ele sabia a diferença entre preferencial e exclusivo. Se é preferencial, o caixa tem de atende preferencialmente caso a existência de clientes idosos acima de 60 anos, deficientes físicos, gestantes e mulheres com criança de colo e caso não exista nenhum, o caixa tem de atender os clientes normalmente. Ele perguntou objetivamente ao gerente se o caixa era exclusivo para idosos!!!


Quem tem de fazer respeitar a lei? 


Grande parte das empresas, de atendimento, criaram serviços de senhas classificadas de acordo com tipo de cliente. Para o atendimento, dito preferencial, foram criadas senhas preferenciais! Estranhamente, muitas pessoas, que não possuem nenhuma característica de cliente preferencial, se utilizam desta s senhas. Os estabelecimentos que mais noto esse procedimento são as agências bancárias e quando se questiona por que clientes não preferências são atendidos antes de idosos, gestante, etc a explicação, dos funcionários da empresa (principalmente bancos), é que eles não têm obrigação de controlar isso e sim os que estão sendo desrespeitado exigirem seus direitos! Quer dizer que os bancos atende pessoas que usam da esperteza usando senhas preferenciais e os outros clientes é quem tem de impedir que os funcionários façam atendimento? Fico imaginando os idosos nas filas tentando impedir pessoas mal educadas e mal humoradas respeitarem a lei!!1 Pra que existe o serviço de segurança destas empresas? As empresas não estão obrigadas a fazerem valer esta lei?

Texto original: DEBATENDO A EDUCAÇÃO

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

LIMITANDO A ACESSIBILIDADE!

A tecnologia foi modernizando os equipamentos e estruturas utilizadas pela sociedade, mas mesmo assim é cada vez mais difícil para as pessoas, com problemas de alguma deficiência, a vida no dia a dia. Tudo é feito para atender as pessoas que não tenham alguma deficiência. Entre as causas que dificultam, a vida das pessoas com algum tipo de deficiência, podemos citar: valorização do transporte individual, falta de respeito as normas de acessibilidade e também o avanço da tecnologia na área de informática.


Valorização do transporte individual
Se observarmos os projetos e construções das novas vias para tráfego de veículos se nota que são construídas com o intuito de facilitar a vida de quem em carro. O CNT (Código Nacional de Trânsito) prevê que a prioridade é o pedestre e o que se vê no dia a dia é que se dá prioridade aos carros. Basta notarmos que tudo é feito para os carros passarem o mais rápido possível e para os pedestre estão construindo passarelas. O problema é que essas passarelas dificultam a vida dos idosos e pessoas com algum tipo de deficiência e isso é feito na impossibilidade de fazer os motoristas respeitarem as faixas de pedestres.

Esse parte da Avenida Tancredo Neves (Aracaju-SE-Brasil) fica bem em frente ao departamento de transito (DETRAN) e fico imaginando neste local não se conseguia e nem se consegue fazer com que os motoristas respeite a faixa de pedestres que aí existia. Por isso se construiu uma passarela(a foto foi retirada o fotografo estando na passarela).

Falta de respeito às normas de acessibilidade
Na construção dos novos edifícios, praças e ruas é obrigatório, por lei, se criar rampas para dar acesso aos cadeirantes. Mas o que se vê é que mesmo as construções mais novas nem sempre respeitam a construção de rampas e ainda tem o caso daquele hábito dos brasileiros não respeitarem os locais onde existem essas rampas. Mesmo quando existe, é comum os motoristas estacionarem em frente a essas rampas e sem falar que muitas dessas rampas são mal construídas que dificultam o uso

É muito comum o estacionarem impedindo o acesso as rampas

Três exemplos de falta de cumprimentos das normas na construção das rampas para acesso dos cadeirantes. A primeira rampa construída a beira de uma ribanceira, a outra rampa foi construída com um poste de ferro o que a tornou inacessível e o terceiro exemplo tem uma inclinação acentuada acima do normal!!!

Avanço da tenologia na área da comunicação
Desde o surgimento dos telefones os deficientes visuais sempre conseguiram utilizar esses aparelhos pelo tato. Os telefones mais antigos de linha, para se fazer a ligação, tinham um disco na parte superior no qual rodando se ligava (discava) para outro aparelho. Os deficientes visuais conseguiam fazer as ligações facilmente já que os número no disco eram sequências e fixos.

Depois vieram os computadores de mesa e telefones portáteis (celulares) no qual é utilizado um teclado com letras e números. Esses telefones permitem fazer ligação oral ou escrita (envio de mensagens). Não fica tão difícil para os deficientes visuais fazerem ligações, bastando que o mesmo decorarem as posições das letras e números no teclado.

Só que com a modernização dos computadores e fabricação dos novos aparelhos utilizando monitores, que são acionados com toques digitais, a coisa se complicou para esse deficientes. Para complicar ainda mais, os programas que gerenciam esses aparelhos ainda não são detectados pelos antigos programas de leitura de tela e que terão de melhorar a tecnologia para que isso ocorra. Por enquanto, de uma maneira geral, só a grande maioria dos aparelhos telefônicos, tablets e alguns caixas de banco estão vindo com o sistema de operação por toque digital. O problema é que cada vez mais os aparelhos de comunicação estão sendo vendidos com essa telas de toque, com teclado digital, substituindo os aparelhos com teclados físicos que facilitam o uso pelo tato.

Essa tecnologia, que facilita o uso do aparelho por toque digital, torna difícil para uso, deste aparelhos, por parte dos deficientes visuais. Tem o problema de quando não forem mais vendidos aparelhos com teclados físicos e detectáveis pelo tato? 

Algumas versões do sistema l já traz recursos para que o mesmo seja operacionalizado pelo toque usando o recurso de voz, mas a dificuldade ainda são grandes e limitadoras. Claro que irão aparecer programas que irão preencher esta lacuna, mas é bom lembrar que serão pagos e o ideal seria a própria empresa que produz, esses aparelhos, se propusesse a fazer o sistema pensando em resolver este problema. Tanto é que os sistemas operacionais dos computadores de mesa e os chamados portáteis têm de instalar programas adicionais para que os deficientes visuais consigam utilizá-los e a grande maioria são pagos!

Antônio Carlos Vieira
Licenciatura Plena - Geografia (UFS)

Texto relacionado: A MOBILIDADE URBANA, IMÓVEL!

Publicado (replicado) deste endereço: 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Seed capacita professores para o uso do Livro Digital Acessível



A Secretaria de Estado da Educação (Seed), através da Divisão de Educação Especial (Dieesp), iniciou na manhã desta terça-feira, 15, a capacitação de professores de salas de recursos e professores que trabalham com alunos cegos em salas regulares para aprenderem a usar o programa Mec Daisy, que é o Livro Digital Acessível.

Ao todo, 19 professores estão participando da capacitação, que terá a carga horária de 20h, sendo realizada em três encontros presenciais na sede da Seed: o primeiro encontro nesta terça-feira, 15, o segundo no dia 22 e o terceiro no dia 29 de abril.

O Mec Daisy é uma tecnologia desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é distribuída pelo Ministério da Educação (MEC) nas escolas. A diretora da Dieesp, Maria Aparecida Nazário, destacou a necessidade de se realizar essa capacitação. "Esse curso vem dar mais subsídios para que nós possamos fazer o uso do Livro Digital Acessível, que está sendo distribuído pelo MEC, e para que o nosso aluno cego possa ter melhor acesso ao conhecimento", afirmou.

Capacitação

A capacitação está sendo ministrada pela professora Cristiane Oliveira, que trabalha no Colégio Estadual Professor Leão Magno Brasil. Ela vai ensinar aos professores, ao longo do curso, todas as funcionalidades do programa Mec Daisy, a fim de que eles possam transmitir esses conhecimentos aos alunos cegos. Ela ressaltou que com isso os alunos com cegueira poderão ter acesso aos livros didáticos e aos paradidáticos da literatura universal, como romances, poemas, crônicas e contos.

"Nós temos essa demanda nas escolas, temos esses alunos que precisam desse programa para poder ter acesso aos conhecimentos do ensino médio, e os professores agora vão saber como utilizar e passar esse conhecimento para os alunos", explicou.

Um dos participantes, o professor Jéferson Sotero Teles, trabalha em sala de recursos do Colégio Estadual Maria Conceição de Santana, em General Maynard. Ele também destacou a importância dessa capacitação. "Nós professores de salas de recursos temos diversas limitações. O braile, por exemplo, hoje em dia já está obsoleto. E com esse programa Mec Daisy teremos mais possibilidades para passar mais informações e conhecimentos aos alunos", afirmou.















TEXTO ORIGINAL NESTE ENDEREÇO:

terça-feira, 25 de março de 2014

TESTE DA ORELHINHA

O que é?
A Triagem Auditiva Neonatal é um exame que deve ser realizado já no 2º ou 3º dia de vida até 3 meses de idade em todos os bebês, conforme Lei nº 12.522 de 02 Janeiro de 2007. Utilizado para identificar bebês com deficiência auditiva e assim iniciar acompanhamento adequado.

Por que é importante?
A deficiência auditiva é a doença mais freqüente encontrada no período neonatal quando comparada a outras patologias de monitoramento obrigatório (fenilcetonúria, hipotireoidismo).
Em bebês normais, a surdez varia de 1 a 3 crianças em cada 1.000 nascimentos. Para os bebês de UTI neonatal, algum tipo de surdez varia de 2 a 6 em cada 1.000 recém-nascidos.
O problema consiste no diagnóstico tardio, quando a criança atinge 3 ou 4 anos e o desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem estão seriamente comprometidos. A criança cresce com dificuldade em ouvir ou se expressar e conseqüentemente em se socializar, dificultando a convivência com grupos de amigos.

Como é feito?
Ao contrário do “teste do pezinho” não é necessário fazer um furinho na orelha e é realizado em sono natural, demorando de 5 a 10 minutos, sem contra indicação e indolor.

Consiste na colocação de um microfone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade, recolhendo e registrando as respostas que a orelha interna do bebê produz.

Resultado negativo no primeiro teste não precisa preocupar os pais, pois o acúmulo de secreções no ouvido após o parto podem interferir no resultado do exame.

A criança deve então repetir o exame em um prazo de 15 a 20 dias. Se o resultado ainda for negativo, a criança deverá ser encaminhada ao otorrinolaringologista para exames mais específicos.


QUAIS SÃO OS BEBÊS DE RISCO PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA?

História de surdez na família;
Infecção congênita (intra-uterina); Citomegalovirose, rubéola, sífilis, herpes genital, toxoplasmose;
Anomalias craniofaciais;
Peso inferior a 1.500g;
Hiperbilirrubinemia – icterícia (ou amarelão) com níveis altos de uma substância no sangue, chamada bilirrubina e o tratamento vai desde banho de luz até exanguíneo transfusão;
Medicação ototoxica – uso de antibióticos do tipo aminoglicosídeos;
Meningite bacteriana;
Boletim de Apgar menor que 3 no 1º minuto de vida e menor que 6 no 5º minuto de vida;
Ventilação mecânica por mais de 05 dias;
Algumas síndromes.

DICAS PARA OS PAIS

0 a 6 meses
Reconhece a voz materna;
Procura a origem dos sons;
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos;

6 a 12 meses
O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado;
Localiza prontamente os sons e reage a sons suaves;

12 a 30 meses
Início da primeira palavra (mamãe, papai) até o uso de sentenças simples (dá bola);
Não incentivar o filho a falar errado, corrigindo-o naturalmente;

Um simples exame feito após o nascimento do bebê pode detectar se ele tem algum problema auditivo.

O tratamento precoce da surdez evita problemas de adaptação a sociedade

Também chamado de emissão otoacústica, o exame permite avaliar a adição do recém-nascido. O teste é indolor e mesmo os bebês internados em UTI podem passar por ele.

TEXTO REPLICADO DESTE ENDEREÇO:

sexta-feira, 7 de março de 2014

Anel digital lê livros para deficientes visuais

O anel foi desenvolvido por pesquisadores do Media Lab do MIT, além da ler em voz alta, ele é capaz de traduzir textos

Imagem do FingerReader em funcionamento
São Paulo – Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets, o MIT, criaram um anel que lê textos para deficientes visuais. O dispositivo deve ser de grande valia na ausência de material escrito em braile.

Chamado de FingerReader (Dedo Leitor), o anel deve ser usado de maneira que sua câmera fique virada para o papel. Ele percebe a movimentação do dedo e escaneia todo o espaço por onde o dedo se mover. A análise é feita em tempo real. Assim que o anel lê uma palavra, ela é anunciada em voz alta.

O aparelho ainda é um protótipo. A voz que faz a leitura não é muito fluida e o FingerReader em si é um pouco grande demais. Mas para uma primeira versão, ele está em um nível bem avançado. O dispositivo, muito inovador, entra na categoria de computação vestível.

O anel ainda auxilia o usuário com vibrações. Quando percebe que o final de uma linha está se aproximando ou quando o usuários começa a sair da linha, ele emite pequenas vibrações para avisar.

Segundo os pesquisadores do Media Lab do MIT, ele também funciona para a realização de traduções de textos.

Veja o vídeo do FingerReader abaixo:



Texto original : Exame Abril    Em nova janela